Exposição Colectiva, Novo Acordo - MAP
Museu da FBAUP 2020


Tal como as impressões das marcas do tempo visíveis em toda a matéria orgânica, também os nossos gestos deixam marcas indeléveis da nossa passagem.

Procuro um trabalho que reflete sobre a evolução do tempo, sobre o que está entre o passado e o futuro num fascínio crescente pelos gestos, marcas, espaços, linhas, fendas e brechas...de onde a vida brotou e de onde pode vir a brotar, no mistério das suas inesperadas manifestações e que se encontram por todo o lado na natureza, mesmo nos pequenos ecossistemas, surgindo meramente por acaso ou de forma aleatória.





2 panos centrais :
Argila com pigemento vegetal sobre tecido negro. 200 x 180 cm





Homenagem ao tempo que ali está fixado mas também uma ligação a uma identidade própria do ser .

Hà uma necessidade de respeitar a identidade própria de cada ser - alerta não só ha natureza, mas um alerta à relação à
prórpia humanidade.





Pinturas na parede:
Pigmento, argila, guache s/papel. Dimensões variáveis
 




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